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Notícias, artigos e os principais acontecimentos sobre medicina e tecnologia você encontra em nossos conteúdos.

Mulher em um laptop, interface de site com blocos de conteúdo e balão de fala, verde e branco.

Último post

Por Francis Longo 13 de janeiro de 2026
Inteligência Artificial no prontuário médico: mais eficiência, menos retrabalho e mais tempo para o paciente A rotina clínica exige precisão, agilidade e atenção total ao paciente. No entanto, muitos profissionais ainda perdem tempo com registros manuais, anotações repetitivas e prontuários pouco organizados. É nesse cenário que a Inteligência Artificial integrada ao prontuário médico se torna uma aliada estratégica. Neste artigo, você vai entender como a IA aplicada ao prontuário médico transforma a rotina clínica, melhora a qualidade dos registros e gera ganhos reais de produtividade.
Por Francis Longo 13 de janeiro de 2026
Inteligência Artificial no prontuário médico: mais eficiência, menos retrabalho e mais tempo para o paciente A rotina clínica exige precisão, agilidade e atenção total ao paciente. No entanto, muitos profissionais ainda perdem tempo com registros manuais, anotações repetitivas e prontuários pouco organizados. É nesse cenário que a Inteligência Artificial integrada ao prontuário médico se torna uma aliada estratégica. Neste artigo, você vai entender como a IA aplicada ao prontuário médico transforma a rotina clínica, melhora a qualidade dos registros e gera ganhos reais de produtividade.

Especial: Automação pelo WhatsApp

Uma ampulheta com areia azul sobre uma página de calendário, projetando uma sombra, sugere que o tempo está se esgotando.
Por Renan Paulozzi Costa 15 de julho de 2021
Como reduzir efetivamente o atrasos em consultas médicas. Ter um sistema médico como o App Health que oferece funcionalidades para contornar esses momentos é essencial para um bom funcionamento da sua clínica.
Homem de óculos e barba olhando para o celular com uma expressão de frustração, em ambiente interno.
Por Renan Paulozzi Costa 14 de julho de 2021
Falta dos pacientes nas consultas é um dos principais e mais comuns problemas nas clínicas médicas. Isso porque as faltas não justificadas ou os cancelamentos em cima da hora comprometem a organização do seu consultório.
Homem de moletom azul-marinho olhando para um smartphone, apoiado em uma bancada branca.
Por Gabriel Lima 10 de junho de 2021
Descubra como a confirmação de consulta pelo WhatsApp otimiza o tempo em clínicas médicas, reduzindo faltas e aumentando a eficiência no agendamento e atendimento de pacientes.

Especial: Coronavírus (SARS-CoV-2) 

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19 de julho de 2025
A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) já está em vigor e impacta diretamente o funcionamento das clínicas. Mais do que uma obrigação legal, estar em conformidade com a lei é uma forma de garantir a segurança dos dados dos pacientes e evitar problemas jurídicos. Neste conteúdo, você vai entender o que a LGPD exige na rotina das clínicas e como aplicar essas diretrizes de forma prática e segura. O que a LGPD exige na rotina de clínicas e consultórios A LGPD determina que qualquer instituição que colete, armazene ou utilize dados pessoais deve seguir regras específicas de proteção. No contexto da saúde, isso significa: Obter consentimento do paciente para uso dos dados; Restringir o acesso às informações apenas a profissionais autorizados; Proteger os dados contra vazamentos, perdas ou acessos indevidos; Atender solicitações dos pacientes sobre visualização, alteração ou exclusão de seus dados. Dados sensíveis na área da saúde: quais são e como protegê-los Os dados sensíveis são informações que, se expostas, podem causar danos à privacidade do paciente. Entre eles estão: Prontuários médicos; Diagnósticos e resultados de exames; Informações sobre tratamentos e histórico clínico; Dados genéticos, comportamentais e de vida sexual. Para proteger essas informações, o uso de tecnologias com controle de acesso, criptografia, autenticação em dois fatores e backups regulares é indispensável. Termos de consentimento e armazenamento seguro Um dos pilares da LGPD é o consentimento informado. O paciente deve saber: Quais dados estão sendo coletados; Para que finalidade eles serão usados; Por quanto tempo ficarão armazenados. Além disso, os dados precisam ser armazenados de forma segura. O uso de sistemas digitais com infraestrutura protegida é essencial para garantir a integridade das informações. Como o App Health ajuda sua clínica a se manter em conformidade Plataformas especializadas, como o App Health, facilitam a adequação da sua clínica à LGPD por meio de recursos como: Armazenamento seguro na nuvem com criptografia; Controle de acesso individualizado por função; Emissão automática de termos de consentimento; Backup diário de todos os dados. Esses recursos contribuem para uma rotina mais segura, evitando falhas humanas e riscos legais. Checklist prático para sua clínica não correr riscos jurídicos Atualize os termos de consentimento e colete assinaturas de todos os pacientes; Estabeleça níveis de acesso às informações conforme a função dos colaboradores; Adote um sistema com armazenamento seguro e backups automáticos; Treine a equipe sobre boas práticas de segurança e proteção de dados; Mantenha registros de todas as ações tomadas em relação à LGPD. Implementar essas ações ajuda a garantir segurança jurídica e proteger a relação de confiança com seus pacientes. Perguntas frequentes sobre LGPD O que é considerado dado sensível na área da saúde? São informações clínicas, prontuários, diagnósticos, dados genéticos, de vida sexual ou qualquer outro dado que diga respeito à saúde do paciente. Minha clínica precisa ter um termo de consentimento assinado por todos os pacientes? Sim. A LGPD exige consentimento explícito. Ter esse documento arquivado é obrigatório e essencial para evitar problemas legais. O que acontece se minha clínica não seguir a LGPD? Sua clínica pode receber multas, sofrer sanções administrativas e ainda perder a confiança dos pacientes. Planilhas no computador são suficientes para armazenar dados? Não. Planilhas não oferecem segurança adequada. O ideal é utilizar plataformas com criptografia, controle de acesso e backups automáticos. O App Health ajuda na adequação à LGPD? Sim. O App Health oferece soluções específicas para gestão segura dos dados e conformidade com todos os requisitos da lei. Quer saber como o App Health pode ajudar sua clínica a estar 100% em conformidade com a LGPD? Fale com nossa equipe e descubra como o Sistema App Health pode ajudar sua clínica a atender à LGPD com segurança, praticidade e conformidade total.
Mulher consulta médico por videochamada enquanto toma remédio na cozinha.
Por Renan Paulozzi Costa 29 de junho de 2021
A pandemia causada pelo novo coronavírus tem colocado em pauta novas discussões de temas antigos e, por meio de uma circunstância desafiadora, a oportunidade de execução de práticas inovadoras e com grandes chances de resultados positivos perante ao momento atual. Entre essas práticas impulsionadas pela Covid-19 está a telemedicina.
Pessoa sorridente de jaleco branco segura um tablet em um consultório odontológico.
Por Renan Paulozzi Costa 10 de junho de 2021
Sistema de gestão médica, AppHealth Software médico para clínicas e consultórios. Mais de 5.000 usuários ativos. Sistema para clínica médica com Agenda online, Prontuário eletrônico, Confirmação de consulta por WhatsApp. Saiba mais!
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19 de julho de 2025
A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) já está em vigor e impacta diretamente o funcionamento das clínicas. Mais do que uma obrigação legal, estar em conformidade com a lei é uma forma de garantir a segurança dos dados dos pacientes e evitar problemas jurídicos. Neste conteúdo, você vai entender o que a LGPD exige na rotina das clínicas e como aplicar essas diretrizes de forma prática e segura. O que a LGPD exige na rotina de clínicas e consultórios A LGPD determina que qualquer instituição que colete, armazene ou utilize dados pessoais deve seguir regras específicas de proteção. No contexto da saúde, isso significa: Obter consentimento do paciente para uso dos dados; Restringir o acesso às informações apenas a profissionais autorizados; Proteger os dados contra vazamentos, perdas ou acessos indevidos; Atender solicitações dos pacientes sobre visualização, alteração ou exclusão de seus dados. Dados sensíveis na área da saúde: quais são e como protegê-los Os dados sensíveis são informações que, se expostas, podem causar danos à privacidade do paciente. Entre eles estão: Prontuários médicos; Diagnósticos e resultados de exames; Informações sobre tratamentos e histórico clínico; Dados genéticos, comportamentais e de vida sexual. Para proteger essas informações, o uso de tecnologias com controle de acesso, criptografia, autenticação em dois fatores e backups regulares é indispensável. Termos de consentimento e armazenamento seguro Um dos pilares da LGPD é o consentimento informado. O paciente deve saber: Quais dados estão sendo coletados; Para que finalidade eles serão usados; Por quanto tempo ficarão armazenados. Além disso, os dados precisam ser armazenados de forma segura. O uso de sistemas digitais com infraestrutura protegida é essencial para garantir a integridade das informações. Como o App Health ajuda sua clínica a se manter em conformidade Plataformas especializadas, como o App Health, facilitam a adequação da sua clínica à LGPD por meio de recursos como: Armazenamento seguro na nuvem com criptografia; Controle de acesso individualizado por função; Emissão automática de termos de consentimento; Backup diário de todos os dados. Esses recursos contribuem para uma rotina mais segura, evitando falhas humanas e riscos legais. Checklist prático para sua clínica não correr riscos jurídicos Atualize os termos de consentimento e colete assinaturas de todos os pacientes; Estabeleça níveis de acesso às informações conforme a função dos colaboradores; Adote um sistema com armazenamento seguro e backups automáticos; Treine a equipe sobre boas práticas de segurança e proteção de dados; Mantenha registros de todas as ações tomadas em relação à LGPD. Implementar essas ações ajuda a garantir segurança jurídica e proteger a relação de confiança com seus pacientes. Perguntas frequentes sobre LGPD O que é considerado dado sensível na área da saúde? São informações clínicas, prontuários, diagnósticos, dados genéticos, de vida sexual ou qualquer outro dado que diga respeito à saúde do paciente. Minha clínica precisa ter um termo de consentimento assinado por todos os pacientes? Sim. A LGPD exige consentimento explícito. Ter esse documento arquivado é obrigatório e essencial para evitar problemas legais. O que acontece se minha clínica não seguir a LGPD? Sua clínica pode receber multas, sofrer sanções administrativas e ainda perder a confiança dos pacientes. Planilhas no computador são suficientes para armazenar dados? Não. Planilhas não oferecem segurança adequada. O ideal é utilizar plataformas com criptografia, controle de acesso e backups automáticos. O App Health ajuda na adequação à LGPD? Sim. O App Health oferece soluções específicas para gestão segura dos dados e conformidade com todos os requisitos da lei. Quer saber como o App Health pode ajudar sua clínica a estar 100% em conformidade com a LGPD? Fale com nossa equipe e descubra como o Sistema App Health pode ajudar sua clínica a atender à LGPD com segurança, praticidade e conformidade total.
Mulher consulta médico por videochamada enquanto toma remédio na cozinha.
Por Renan Paulozzi Costa 29 de junho de 2021
A pandemia causada pelo novo coronavírus tem colocado em pauta novas discussões de temas antigos e, por meio de uma circunstância desafiadora, a oportunidade de execução de práticas inovadoras e com grandes chances de resultados positivos perante ao momento atual. Entre essas práticas impulsionadas pela Covid-19 está a telemedicina.
Pessoa sorridente de jaleco branco segura um tablet em um consultório odontológico.
Por Renan Paulozzi Costa 10 de junho de 2021
Sistema de gestão médica, AppHealth Software médico para clínicas e consultórios. Mais de 5.000 usuários ativos. Sistema para clínica médica com Agenda online, Prontuário eletrônico, Confirmação de consulta por WhatsApp. Saiba mais!

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Por Francis Longo 13 de janeiro de 2026
Inteligência Artificial no prontuário médico: mais eficiência, menos retrabalho e mais tempo para o paciente A rotina clínica exige precisão, agilidade e atenção total ao paciente. No entanto, muitos profissionais ainda perdem tempo com registros manuais, anotações repetitivas e prontuários pouco organizados. É nesse cenário que a Inteligência Artificial integrada ao prontuário médico se torna uma aliada estratégica. Neste artigo, você vai entender como a IA aplicada ao prontuário médico transforma a rotina clínica, melhora a qualidade dos registros e gera ganhos reais de produtividade.
Por Francis Longo 23 de dezembro de 2025
A cena que todo mundo conhece Consultório cheio o dia todo. Pacientes indo embora, equipe encerrando o expediente… e o médico ainda preso ao computador, terminando prontuário, laudo, evolução. Horas que não aparecem na agenda, mas pesam na saúde mental. Esse “segundo turno” de documentação ganhou até apelido em vários estudos internacionais: pajama time – o tempo em que o médico está em casa, muitas vezes de pijama, ainda digitando no PEP. É justamente esse tipo de dor que a IA de transcrição de consultas (ambient AI / AI scribe) está começando a atacar de frente. O que é, na prática, a transcrição de consultas com IA? Em vez de digitar tudo o que é falado na consulta, o médico conta com um “escriba digital”: Captação de áudio A conversa entre médico e paciente é captada (com consentimento) por um microfone ou app. IA transforma fala em nota clínica Um modelo de IA reconhece a fala, entende o contexto clínico e gera um rascunho estruturado: queixa principal, HMA, revisão de sistemas, exame físico, hipóteses diagnósticas, conduta, orientações etc. Revisão e assinatura pelo médico O profissional revisa, faz ajustes finos e assina a nota no prontuário eletrônico. O resultado ideal: menos digitação, mais olho no olho, sem perder qualidade e completude do registro. O que os estudos internacionais têm mostrado Vários centros de pesquisa e grandes sistemas de saúde já começaram a medir o impacto dessa tecnologia. Alguns resultados em comum: 1. Menos tempo de documentação (inclusive depois do expediente) Estudos em ambiente real com AI scribes mostram reduções de 20% a 30% no tempo gasto em EHR durante e após as consultas, além de cerca de 30% a menos de trabalho depois do horário. Outros trabalhos relatam consultas mais curtas (até 26% de redução na duração média) sem queda no tempo de contato direto com o paciente. A diferença vem justamente da documentação mais ágil. Em um cenário europeu recente, médicos relataram 30% menos estresse com tarefas administrativas e sensação de estarem 16% mais presentes nas consultas após a adoção de IA de documentação. 2. Redução de burnout e melhora de bem-estar Uma série de estudos em 2024–2025 indica que o uso de IA de transcrição está associado a: Redução significativa em indicadores de burnout (alguns trabalhos falam em queda de até 30% nos escores de exaustão emocional, e outros descrevem redução de até 74% na chance de burnout em um mês de uso). Aumento de bem-estar e satisfação com a carreira, com mais médicos dizendo que pretendem permanecer na instituição. Relatos qualitativos de “voltar a gostar de atender”, “recuperar o prazer na medicina” e “ter tempo para a vida pessoal”. Em depoimentos incluídos em relatórios recentes, gestores descrevem médicos que pensavam em mudar de carreira por exaustão e, depois de adotar a transcrição de consulta, conseguiram reorganizar a rotina, dormir melhor e voltar a ter tempo para a família, exatamente a sensação mostrada nas telas da palestra que você fotografou. 3. Mais satisfação com o prontuário eletrônico (PEP/EHR) Aqui entra o KLAS Arch Collaborative, um dos maiores programas do mundo em medição de experiência com prontuários eletrônicos. No relatório Ambient Speech Outcomes 2025, a KLAS analisou a experiência de centenas de profissionais em organizações que adotaram tecnologia de ambient speech integrada ao PEP. Entre os achados: Ganhos médios em torno de 13 pontos no Net EHR Experience Score (NEES) entre quem usa ambient speech, em comparação com colegas que não usam. Melhorias parecidas (na casa de 13 pontos) em percepções de: Eficiência do sistema Usabilidade Capacidade do PEP de apoiar um cuidado centrado no paciente Nas imagens da apresentação que você trouxe, aparece um recorte dessa mesma tendência: Profissionais que usam transcrição avaliando o PEP quase 10 pontos acima, em média, em relação aos que não utilizam a tecnologia. Aumento importante na percepção de que o sistema é fácil de aprender e torna o trabalho mais eficiente. Resumindo: não é só que “ajuda a digitar mais rápido”. A experiência geral com o prontuário muda de patamar. 
Por Francis Longo 9 de dezembro de 2025
Vivemos na era dos dados, onde cada passo, batimento cardíaco e hora de sono é registrado. Seus wearables e o seu App Health estão coletando informações valiosas 24 horas por dia, 7 dias por semana. Mas aqui está a chave: não basta medir, é preciso entender e agir . O objetivo deste post é mostrar como transformar métricas frias (passos, batimentos, horas de sono) em insights práticos para melhorar sua qualidade de vida. Descubra o que o seu corpo está tentando dizer através dos dados e como o App Health o transforma em seu consultor de bem-estar pessoal. 1. O Segredo da Frequência Cardíaca (FC) A Frequência Cardíaca é muito mais do que um número. Ela é um termômetro vital do seu estado físico e mental. A FC em Repouso e o Estresse Seu corpo em descanso tem muito a dizer. O que o App Health mede: A frequência cardíaca medida quando você está em total repouso, geralmente logo ao acordar. O Insight: Uma FC em repouso persistentemente alta pode ser um indicador de estresse crônico, falta de sono de qualidade ou até excesso de treino (overtraining). Seu sistema nervoso pode estar sobrecarregado. A Ação Prática: Se o seu App Health apontar um aumento súbito ou gradual na sua FC de repouso, ele pode sugerir um dia de descanso ativo, focar em exercícios de respiração, ou priorizar ir para a cama mais cedo para ajudar seu corpo a se recuperar. A FC Durante o Exercício e a Zona-Alvo Se você treina por uma meta específica (resistência, perda de peso, etc.), a FC é sua bússola. O Insight: Usar a FC ajuda você a garantir que está treinando na intensidade correta. Treinar na sua "Zona Aeróbica" otimiza a queima de gordura, enquanto treinar na zona de "Alta Intensidade" melhora a resistência cardiovascular. A Ação Prática: Monitore a sua zona de FC em tempo real no App Health durante o seu treino. Se você estiver muito abaixo, ajuste o ritmo para otimizar os resultados. Se estiver muito acima, reduza a marcha para evitar a exaustão. 2. O Sono: Mais Que Horas, Qualidade O sono não é um luxo, é a fundação da sua saúde. O App Health analisa seus ciclos de sono para garantir que seu corpo e mente estejam realmente se recuperando. Ciclos de Sono (REM e Profundo) O que o app mede: O App Health segmenta seu sono em estágios: Leve, Profundo e REM. O Insight: O sono Profundo é vital para a recuperação física (reparação muscular e liberação de hormônio do crescimento). O sono REM é crucial para a recuperação mental, processamento de emoções e memória. Um desequilíbrio afeta seu humor e foco no dia seguinte. A Ação Prática: Se a análise de sono do seu App Health mostrar um baixo tempo de sono Profundo, o app pode sugerir focar em criar uma rotina de higiene do sono (ex: reduzir a cafeína após as 14h, meditar antes de deitar). Consistência do Sono (Ritmo Circadiano) O Insight: Não é só dormir 8 horas, mas dormir e acordar em horários consistentes, mesmo nos fins de semana. Essa regularidade é chamada de coerência circadiana e regula todo o seu metabolismo. Ação Prática: Seus dados mostram uma grande variação nos horários de dormir, o App Health pode enviar um lembrete personalizado para você começar a se preparar para o sono, ajudando a estabilizar seu ritmo biológico. 3. A Contagem de Passos: Além do 10k A meta de 10.000 passos é um bom ponto de partida, mas a saúde é pessoal. Contextualizando os Passos: O Insight: A meta ideal deve ser personalizada baseada no seu histórico. O App Health não quer que você se esgote, quer que você seja consistente. Uma meta mais eficaz é aumentar 10% do seu passo médio semanal. Ação Prática: O App Health pode identificar seus dias menos ativos. Se seus dados mostrarem que as terças-feiras são historicamente mais paradas, o app pode sugerir um "Desafio de 10 minutos de caminhada" naquela manhã para quebrar a inércia e manter a consistência. Conclusão: De Usuário Passivo a Gestor Ativo da Saúde Seus dados não são apenas números. São o mapa mais preciso e personalizado da sua saúde e do seu bem-estar. O App Health está aqui para ser seu tradutor, transformando pulsos e padrões em recomendações de estilo de vida que funcionam para você . Sua saúde é um projeto contínuo. Use o App Health não apenas como um diário, mas como um consultor de bem-estar pessoal. Próximo Passo: Abra agora mesmo o seu App Health, reveja as estatísticas da última semana e decida qual será a uma única mudança que você fará amanhã com base no que seus dados estão dizendo.
Médica trabalhando de forma tecnológica e eficaz. Com o sistema integrado e seguro do App Health
Por Francis Longo 27 de novembro de 2025
Escolher um sistema de gestão para clínica não é uma decisão simples. Em muitos casos, o software é contratado às pressas, apenas para “resolver a agenda” ou emitir alguns relatórios. O resultado é previsível: ferramentas que não conversam entre si, retrabalho para o time, dificuldades no financeiro e zero visão estratégica do negócio. Para clínicas e hospitais que querem crescer com previsibilidade, o sistema de gestão precisa ser um aliado direto da operação e da direção. Ele impacta desde o primeiro contato do paciente até o fechamento financeiro e os indicadores que chegam ao gestor. Neste artigo, você vai conhecer 9 critérios essenciais para escolher um sistema de gestão para clínicas com segurança, evitando trocas constantes de software e problemas de implantação. 1. Adequação ao tipo e porte da sua unidade Um consultório pequeno não tem as mesmas necessidades de um hospital ou grande rede. Por isso, o primeiro passo é avaliar se o sistema foi pensado para:  Clínicas e consultórios individuais. Clínicas multidisciplinares. Hospitais e centros médicos de maior porte. Um bom sistema deve se adaptar ao crescimento: começar com poucas unidades e permitir expansão para múltiplas agendas, equipes e setores sem perder performance. 2. Agenda médica flexível e integrada A agenda é o coração da operação. Mais do que apenas marcar horários, o sistema precisa permitir: Agendamento por múltiplos canais (telefone, WhatsApp, site, app). Diferentes tipos de consulta e procedimentos. Regras de encaixe, tempo mínimo e bloqueios de horários. Visualização clara por profissional, sala e unidade. Quando a agenda está integrada ao restante do sistema, você reduz erros, melhora o fluxo de atendimento e abre espaço para automações como confirmação e lembretes. 3. Prontuário eletrônico seguro e completo O prontuário eletrônico é uma das funções mais sensíveis de qualquer sistema médico. Alguns pontos que você deve observar: Estrutura personalizável por especialidade. Histórico completo do paciente em um só lugar. Registro de anexos, exames e imagens. Assinatura digital e registros que ofereçam rastreabilidade. Além disso, o sistema precisa estar alinhado às boas práticas de segurança da informação e à LGPD, garantindo o sigilo das informações clínicas. 4. Módulo financeiro pensado para o dia a dia da clínica Não adianta ter apenas relatórios bonitos se o financeiro não representa a realidade da operação. Um bom sistema de gestão para clínicas deve: Registrar receitas por convênio e particular. Integrar recebimentos, pagamentos e fluxo de caixa. Acompanhar inadimplência de pacientes. Facilitar conciliação entre atendimento, faturamento e recebimento. Quando o financeiro conversa com a agenda e o prontuário, você reduz falhas manuais e passa a enxergar com clareza quais serviços trazem mais resultado. 5. Faturamento com convênios e padronização TISS/TUSS Para clínicas e hospitais que trabalham com convênios, o módulo de faturamento é decisivo. Avalie se o sistema: Gera guias e lotes no padrão TISS/TUSS. Ajuda a reduzir glosas com validações automáticas. Permite acompanhar o status de envio e retorno dos convênios. Quanto mais estruturado for esse processo, menos tempo a equipe gasta corrigindo erros e mais previsível se torna o fluxo de recebimento. 6. Recursos de automação e comunicação com o paciente Hoje, o paciente espera praticidade. O sistema ideal deve oferecer recursos como: Confirmação automática de consultas. Lembretes por WhatsApp, SMS ou e-mail. Envio de orientações pré e pós-consulta. Possibilidade de uso de inteligência artificial para atendimento básico e agendamento. Essas automações liberam o tempo da recepção e aumentam a taxa de comparecimento, o que impacta diretamente a receita. 7. Relatórios e indicadores para gestão Gestão sem dados é chute. Ao escolher um sistema, verifique se ele permite acompanhar indicadores como: Taxa de ocupação da agenda por profissional ou unidade. Faturamento por convênio, procedimento ou especialidade. Tempo médio de espera. Origem dos pacientes e canais que mais convertem. Relatórios claros e dashboards ajudam o gestor a tomar decisões com segurança, planejar expansão e corrigir gargalos. 8. Suporte e treinamento da equipe Mesmo o melhor sistema do mundo não funciona bem se a equipe não sabe usar. Ao avaliar fornecedores, considere: Qualidade do suporte (humanizado, ágil, multicanal). Materiais de treinamento e acompanhamento na implantação. Disponibilidade de ajuda contínua para novas funcionalidades. Um suporte próximo faz muita diferença na adaptação da equipe e na adoção da ferramenta no dia a dia. 9. Segurança, LGPD e infraestrutura tecnológica Por lidar com dados sensíveis, o sistema precisa ser projetado com foco em segurança. Pontos importantes: Armazenamento em nuvem com criptografia. Controle de acesso por perfil e função. Rotinas de backup automático. Recursos que facilitem adequação à LGPD na prática. apphealth.com.br Esses elementos reduzem riscos jurídicos e protegem a relação de confiança com o paciente. Checklist prático para escolher seu sistema de gestão Antes de bater o martelo, responda a estas perguntas: O sistema suporta o porte atual da minha clínica e o crescimento planejado? A agenda é flexível, integrada e amigável para a equipe? O prontuário eletrônico atende às necessidades das minhas especialidades? O módulo financeiro reflete a realidade da operação e do fluxo de caixa? O faturamento com convênios é simples e reduz glosas? Existem automações para lembretes, confirmação e comunicação com o paciente? Consigo acompanhar indicadores de forma clara e em tempo real? O suporte é fácil de acionar e realmente resolve problemas? A solução oferece segurança de dados e recursos para adequação à LGPD? Se a resposta for “não” em vários pontos, vale repensar a escolha. Perguntas frequentes sobre sistemas de gestão para clínicas Qual é o melhor sistema de gestão para clínica? Não existe um único “melhor sistema” para todas as realidades. O ideal é aquele que se adapta ao porte da sua unidade, às especialidades atendidas e ao nível de controle que você deseja ter sobre a operação e o financeiro. Quantos módulos um sistema de gestão precisa ter? O essencial é que ele integre agenda, prontuário, financeiro e faturamento. A partir disso, recursos como automações, relatórios avançados e inteligência artificial aumentam o valor da solução. Trocar de sistema dá muito trabalho? A troca exige planejamento, mas com um fornecedor estruturado é possível migrar dados, treinar a equipe e fazer a transição de forma segura. O importante é não permanecer em uma solução que limita o crescimento da clínica. Um sistema de gestão serve apenas para grandes hospitais? Não. Consultórios individuais, clínicas de médio porte e grandes hospitais todos se beneficiam de um sistema bem implantado. O que muda é o nível de complexidade e a necessidade de customização. Conclusão: transforme o sistema em aliado da gestão Escolher um sistema de gestão para clínicas é, na prática, escolher como será o dia a dia da sua operação nos próximos anos. Um software mal escolhido gera retrabalho, frustra a equipe e impede que o gestor tenha clareza sobre o negócio. Quando você avalia critérios como integração, automação, segurança de dados e qualidade do suporte, aumenta muito as chances de fazer uma escolha segura e duradoura. Se você quer ver na prática como um sistema de gestão pode organizar agenda, reduzir glosas, controlar o financeiro e melhorar a experiência do paciente, vale dar o próximo passo. Quer entender se o App Health é o sistema certo para a sua clínica ou hospital? Fale com um especialista da nossa equipe e veja como a plataforma pode se encaixar na sua realidade.
Dois logotipos: médica, balão de texto
17 de setembro de 2025
Descubra como a Inteligência Artificial resolve os 7 principais problemas do agendamento médico: no-show, sobrecarga da recepção, horários vagos e muito mais.
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19 de julho de 2025
A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) já está em vigor e impacta diretamente o funcionamento das clínicas. Mais do que uma obrigação legal, estar em conformidade com a lei é uma forma de garantir a segurança dos dados dos pacientes e evitar problemas jurídicos. Neste conteúdo, você vai entender o que a LGPD exige na rotina das clínicas e como aplicar essas diretrizes de forma prática e segura. O que a LGPD exige na rotina de clínicas e consultórios A LGPD determina que qualquer instituição que colete, armazene ou utilize dados pessoais deve seguir regras específicas de proteção. No contexto da saúde, isso significa: Obter consentimento do paciente para uso dos dados; Restringir o acesso às informações apenas a profissionais autorizados; Proteger os dados contra vazamentos, perdas ou acessos indevidos; Atender solicitações dos pacientes sobre visualização, alteração ou exclusão de seus dados. Dados sensíveis na área da saúde: quais são e como protegê-los Os dados sensíveis são informações que, se expostas, podem causar danos à privacidade do paciente. Entre eles estão: Prontuários médicos; Diagnósticos e resultados de exames; Informações sobre tratamentos e histórico clínico; Dados genéticos, comportamentais e de vida sexual. Para proteger essas informações, o uso de tecnologias com controle de acesso, criptografia, autenticação em dois fatores e backups regulares é indispensável. Termos de consentimento e armazenamento seguro Um dos pilares da LGPD é o consentimento informado. O paciente deve saber: Quais dados estão sendo coletados; Para que finalidade eles serão usados; Por quanto tempo ficarão armazenados. Além disso, os dados precisam ser armazenados de forma segura. O uso de sistemas digitais com infraestrutura protegida é essencial para garantir a integridade das informações. Como o App Health ajuda sua clínica a se manter em conformidade Plataformas especializadas, como o App Health, facilitam a adequação da sua clínica à LGPD por meio de recursos como: Armazenamento seguro na nuvem com criptografia; Controle de acesso individualizado por função; Emissão automática de termos de consentimento; Backup diário de todos os dados. Esses recursos contribuem para uma rotina mais segura, evitando falhas humanas e riscos legais. Checklist prático para sua clínica não correr riscos jurídicos Atualize os termos de consentimento e colete assinaturas de todos os pacientes; Estabeleça níveis de acesso às informações conforme a função dos colaboradores; Adote um sistema com armazenamento seguro e backups automáticos; Treine a equipe sobre boas práticas de segurança e proteção de dados; Mantenha registros de todas as ações tomadas em relação à LGPD. Implementar essas ações ajuda a garantir segurança jurídica e proteger a relação de confiança com seus pacientes. Perguntas frequentes sobre LGPD O que é considerado dado sensível na área da saúde? São informações clínicas, prontuários, diagnósticos, dados genéticos, de vida sexual ou qualquer outro dado que diga respeito à saúde do paciente. Minha clínica precisa ter um termo de consentimento assinado por todos os pacientes? Sim. A LGPD exige consentimento explícito. Ter esse documento arquivado é obrigatório e essencial para evitar problemas legais. O que acontece se minha clínica não seguir a LGPD? Sua clínica pode receber multas, sofrer sanções administrativas e ainda perder a confiança dos pacientes. Planilhas no computador são suficientes para armazenar dados? Não. Planilhas não oferecem segurança adequada. O ideal é utilizar plataformas com criptografia, controle de acesso e backups automáticos. O App Health ajuda na adequação à LGPD? Sim. O App Health oferece soluções específicas para gestão segura dos dados e conformidade com todos os requisitos da lei. Quer saber como o App Health pode ajudar sua clínica a estar 100% em conformidade com a LGPD? Fale com nossa equipe e descubra como o Sistema App Health pode ajudar sua clínica a atender à LGPD com segurança, praticidade e conformidade total.
Doctor on phone near laptop, smiles. Text:
Por Gabriel Lima 10 de junho de 2025
Descubra como o suporte humanizado do App Health ajuda clínicas a crescerem com mais segurança, confiança e parceria. Atendimento real e eficiente.
Médico escrevendo em sua mesa, manchete pergunta se a clínica ainda usa papel.
Por Gabriel Lima 6 de junho de 2025
Sua clínica ainda usa papel? Descubra como a digitalização de processos acelera o crescimento, reduz erros e melhora o atendimento.
Mulher usando um computador, com dados financeiros na tela, ao lado de um texto sobre um sistema financeiro.
Por Gabriel Lima 5 de junho de 2025
Saiba como um sistema financeiro estruturado com controle de estoque ajuda clínicas a crescer com segurança. Veja como a App Health pode transformar sua gestão.
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